A história da televisão

Na aula do dia 26/06 tivemos a oportunidade de aprender mais sobre a história da criação e evolução da televisão. Vimos seu início em meados dos anos 50, ainda em preto e branco e com apenas uma emissora, a TV Tupí. Com programação extremamente reduzida, era o que existia à época e poucos eram os privilegiados que tinham a chance de assisti-la, devido ao alto custo de um aparelho de TV. Alguns anos após, veio o surgimento da TV Record incrementando a rede de programação e trazendo mais opções para os telespectadores.

Em 1972 ocorreu a primeira transmissão a cores da TV brasileira, na Festa da Uva em Caxias do Sul/RS. Até hoje existe uma grande discussão de mérito em cima de quem foi a emissora responsável pela transmissão, a televisão local (RBS) ou a difusora nacional.

Primeira transmissão a cores:

 

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Rádio na Internet: Desafios e Possibilidades

O texto reflete sobre os novos desafios apresentados para um dos meios de comunicação mais antigos que temos, o rádio. Os adventos tecnológicos bem como costumes e hábitos culturais fizeram com os veículos de comunicação tivessem que se adaptar aos novos tempos, e com o rádio não foi diferente. A aposta da vez são as emissoras de rádio digital, a soma das forças do rádio e da internet para que possa ser levado o mesmo conteúdo ao consumidor só que de forma adaptada aos seus novos meios.

É sabido que cada forma de comunicação que surge tem grande impacto nas outras já existentes, e esse impacto deve ser minimizado ao máximo, com isso em mente se criou a ideia do rádio digital, para que o processo de evolução seja continuado mesmo que de forma diferente, mas assim descartando a hipótese de extinção do mesmo.

Uma palestra que ensina um outro modo de olhar o mundo

No dia 21 de Maio, tivemos uma palestra com André Fran (Fran) e Felipe Melo (UFO) no programa “Não Conta Lá em Casa” exibido pelo canal Multishow. Poderíamos nos referir ao programa como um “reality show”, mas como os próprios idealizadores disseram – nem eles sabem classificar o programa.

O objetivo do “Não Conta Lá em Casa” é revelar um outro lado de países que atualmente se encontram em constante conflito. O programa se resumi em tum grupo de amigos de infância com o intuito de mostrar realidades e culturas diferentes, explorando a questão social e política dos lugares escolhidos e tentar mostrar a fundo as situações vividas pelos cidadãos e seus pontos de vista.

O trabalho realizado por esses profissionais é fascinante, por onde passam levam de volta para casa uma mala carregada de conhecimento e aprendizado. Eles conseguem encontrar lugares incríveis escondidos em países que a mídia só destaca conflitos e tragédias.  Acredito que quem foi na palestra e não conhecia o programa, passou a admirar e quem já conhecia, passou a admirar ainda mais quem o faz.

21.05.15: No dia 21 de maio no auditório do prédio 40 da PUCRS André Fran e Felipe Ufo palestraram para os alunos da FAMECOS. FOTO: Natalia Pegorer / FAMECOS/ PUCRS

 

Fica aqui alguns trailers que ilustram bem o trabalho que esses profissionais exercem. Vale a pena conferir:

 

Islândia – Vulcão Bardarbunga

 

Ucrânia – Kiev

 

Boletins de Áudio

Segue abaixo o link do Boletim de Rádio gravado na aula do dia 27 de maio, pela aluna Marina Vieira Petinelli, para a cadeira de Laboratório de Jornalismo, da FAMECOS.

Boletim Marina

Segue abaixo o link do Boletim de Rádio gravado na aula do dia 27 de maio, pelo aluno João Victor Teixeira, para a cadeira de Laboratório de Jornalismo, da FAMECOS.

Boletim João Victor

Bate-papo com Carlos Guimarães

Em uma entrevista realizada na última segunda-feira (18), na disciplina Técnicas de Reportagem e Formas Narrativas, da PUCRS, o coordenador de jornalismo da Rádio Guaíba, Carlos Guimarães falou sobre o futuro do rádio e sua trajetória no meio jornalístico.
Quando questionado sobre um dia o rádio chegar ao fim, ele diz não acreditar, “enquanto estiver gente com audição no mundo, ou seja, sempre, irá ter radio”, mas acredita que o que pode e deve mudar, ou melhor, se reinventar, é o jeito de fazer rádio, a forma como ele vai ser absorvido, dando a possibilidade de podermos escolher o conteúdo a ser absorvido, quem queremos ouvir, de que forma queremos ouvir, mas afirma, “o rádio não vai morrer”, e ainda “o rádio é como informação recebida através de som”, reforçando sua ideia de que enquanto estiver gente com audição ainda terá rádio.

Não basta executar e sim surpreender e cativar o ouvinte com aquilo que é diferente. É desta maneira que parte dos profissionais o grande esforço em tentar fazer um rádio de qualidade. O desafio encontrado na rotina deixou de ser apenas proporcionar um conteúdo diferente da concorrência e sim reinventar-se diariamente, fazendo o diferencial do seu próprio conteúdo. A busca então passa a ser o divergente, estabelecendo uma linha da credibilidade.

Sabemos que com os grandes e rápidos avanços tecnológicos é preciso que a rádio procure cada vez mais maneiras de se reinventar, se tornando mais atrativo e dando maior possibilidade ao público de interesse em interagir. Também acredito que o rádio não irá morrer, mas é preciso que se reinvente para não perder seu prestigio e não ser aos poucos esquecido, é preciso marcar seu espaço para não deixar que a internet e os diversos meios tecnológicos tomem conta, fazendo com que as pessoas não tem mais atração pelo rádio.

Marina Vieira Petinelli

Famecos – PUCRS

LabJor

Novos formatos para velhos conteúdos

* Rádio e Internet: novas perspectivas para um velho meio.

Paula Cordeiro

 

O texto refere-se á transição que a rádio está enfrentando com o avanço das tecnologias, mais especificamente, sua extensão para a internet.

Com a criação da “webradio”, as rádios acabam também migrando para a internet e tendo que produzir conteúdo para a mesma, colocando informações adicionais,  ilimitadas e de fácil acesso, porém esta nova ferramenta acaba criando uma nova esfera da comunicação e, o rádio na internet pode afastar-se do seu conceito original e concorrer diretamente com o seu formato tradicional, assumindo uma configuração que só a internet pode oferecer, abrindo perspectivas nunca antes pensadas, onde os limites ainda são desconhecidos.

Muda-se a forma de fazer e de absorver o rádio, podendo ter mais liberdade e seletividade para  escolher o conteúdo ao qual se tem interesse em absorver, escolher quem se quer ouvir e de que forma quer ouvir, dando a oportunidade em ter um consumo diferenciado, de acordo com os interesses e necessidades de cada um. E também há uma abertura maior para que se interaja com o público, tornando o ouvinte um elemento presente.

Os meios de comunicação estão se desenvolvendo e, para não ficar para trás, as rádios precisam estar também se reinventando e acompanhando as mudanças, para não perder o seu lugar, sua essência e sua credibilidade.

Marina Vieira Petinelli
FAMECOS – PUCRS

LABJOR

A oportunidade única de viver minha primeira editoria!

Na última quinta-feira (07/05) foi o último dia da entrega das editorias do jornal LabJor. Foi uma experiência ótima, até porque nós, futuros jornalistas, fizemos nossas primeiras matérias de um jornal que terá por volta de mil exemplares. Fiquei na editoria do esporte e era o subeditor, portanto foi bem interessante viver a experiência de pressionar, cobrar os conteúdos e as pautas dos meus colegas, mas ao mesmo tempo agilizando a matéria em que eu estava fazendo.

A minha pauta era sobre a precoce profissionalização das categorias de base de futebol de hoje em dia. Eu e minhas colegas saímos atrás de jogadores da base para dar entrevista e também de treinadores, pra podermos colocar a visão dos dois lados, de quem ta surgindo no ramo e de alguém que já trabalha neste meio a muitos anos.

Depois junto o meu editor do esporte, entregamos as matérias com uma semana de de antecedência, no dia 30 de Abril. Na opinião, acho que conseguimos fazer uma editoria organizada e com comprometimento com suas pautas, acredito que de certo modo deu pra sentir um certo “orgulho” do nosso grupo e de nossas matérias.

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João Victor Teixeira